Espaço do Especialista

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Como o estresse prejudica a sua pele

O estresse não é sempre ruim. É ele que nos motiva a nos proteger e a realizar diversas ações. Um nível de estresse adequado faz com que a gente se adapte ao ambiente ao nosso redor. O estresse que é preocupante é o estresse crônico, que é aquele que acontece quando perdemos o equilíbrio, enfrentamos dias corridos, muitas tarefas, cobranças, sendo expostos a fatores estressantes constantemente, sobrando pouco tempo para nos dedicar ao nosso bem-estar.

A pele é um dos órgãos mais vulneráveis ao estresse crônico e sinaliza quando nossas emoções fogem ao controle.

Como o estresse crônico pode interferir na pele?

Diante de situações estressantes, nosso corpo produz substâncias como Adrenalina e Cortisol. Há aumento da pressão arterial, frequência respiratória e cardíaca e as funções do sistema imunológico são suprimidas. Quando o estresse é contínuo e crônico nosso corpo falha em nos proteger e aparecem os sintomas.

Na pele, observamos piora da acne, acne da mulher adulta, psoríase, dermatite periorificial, dermatite atópica, dermatite seborreica, vitiligo, hiperidrose, queda de cabelo, alopecia areata, urticária, rosácea entre outras patologias.

É importante lembrar que o tratamento não terá o efeito desejado se não conseguirmos aliviar a tensão, seja dedicando algumas horas do dia a algum tipo de atividade física ou praticando técnicas de relaxamento. ⠀

O gerenciamento do estresse pode ajudar a se adaptar a eventos estressantes e a se recuperar deles.

Seguem algumas dicas:

– Dedicar tempo para se envolver em atividades que são agradáveis e desafiadoras.

– Ter um momento diário para Relaxar.

– Respirar fundo por pelo menos alguns minutos todos os dias.

– Exercitar-se regularmente. O exercício ajuda a melhorar a tensão acumulada, diminui os hormônios do estresse e libera endorfina.

– Dormir adequadamente. Ficar acordado até tarde e dormir poucas horas diminui nossa produtividade no dia seguinte.

Aprenda a lidar com o estresse efetivamente, até porque não temos como evitá-lo completamente e não desista de buscar o equilíbrio sempre.

Sua pele e sua saúde agradecem!

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Como funciona o autobronzeador?

O autobronzeador contém uma substância que se chama DHA ou dihidroxiacetona, que interage com a queratina da parte mais superficial de pele, tingindo-a.

Áreas com maior concentração de queratina como joelhos e cotovelos podem ficar mais escuras que o restante do corpo, para evitar que isso aconteça deve-se espalhar bem o produto.

Esfoliar a pele antes ajuda, pois retira as células de queratina mais antigas garantindo um bronzeado mais uniforme.

É interessante também usar luvas na aplicação do produto para evitar que as palmas das mãos fiquem amareladas ou manchadas. O produto pode ser utilizado por longos períodos, mas NÃO CONFERE PROTEÇÃO SOLAR.

Sua ação é bem superficial, por isso seguro não provocando mal à pele, exceto em casos de alergias. Seu dermatologista pode lhe ajudar a encontrar um adequado para você!

O melhor do autobronzeador é oferecer um bronzeado sem a exposição solar, evitando envelhecimento precoce, manchas, rugas e câncer de pele.

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QUAL A QUANTIDADE IDEAL PARA APLICAÇÃO DE PRODUTOS E DO FILTRO SOLAR NA PELE?

Os produtos aplicados na pele têm composições e funções diferentes. Deve-se prestar atenção na quantidade que será utilizada dos cremes ou ácidos que são prescritos pelo seu dermatologista. 
O ideal é que se aplique uma fina camada dos produtos por conta da capacidade limitada de absorção da pele.
O uso exagerado pode levar ao aumento da oleosidade, ao desperdício de produto e à irritação da pele. Se usados de maneira correta, os cremes terão os efeitos desejados sem causar irritação ou intolerância na pele.
Onde não houver roupa cobrindo a pele devemos aplicar o filtro solar. É necessário aplicar uma boa quantidade do produto no rosto sem esquecer das orelhas e nuca para quem tem cabelos curtos. O pescoço e o dorso das mãos também não devem ser esquecidos.
O filtro solar deve ser usado todos os dias, mesmo quando o tempo estiver frio ou nublado, lembrando que a radiação UV atravessa as nuvens.
Quando houver exposição intencional, como quando se vai à praia ou à piscina, a forma correta de usar o protetor solar é aplicar duas camadas do produto em todo o corpo ou uma colher de chá para rosto e pescoço; duas colheres de chá para frente e trás do dorso; uma colher de chá para cada braço e duas colheres de chá para cada perna.
 
Se você tem dúvidas em relação à quantidade que deve ser utilizada de cada produto, salve esta imagem que pode te ajudar!
 Imagem: Pinterest

Eloísa Schmitt Botton 

Médica Dermatologista
CRM 34390
RQE 26246
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Cuidado com a Bichectomia

Bichectomia: Muito cuidado com essa cirurgia que quando executada sem critérios com certeza trará consequências.
Algumas considerações para quem pensa em fazer a bichectomia: Essa cirurgia já existe há muitos anos, mas era feita sob indicação para quem morde e machuca constantemente a mucosa interna das bochechas.
Ela retira as bolas de Bichat da nossa face, uma gordura que é importante para a sustentação do rosto. Na fisiologia do envelhecimento, vamos perdendo os coxins adiposos e nosso rosto fica emagrecido, então retirar esses compartimentos sem a correta indicação acaba sendo um contrassenso que pode acelerar a perda da sustentação e o envelhecimento da face.
Existem outras formas de melhorar o contorno da face de forma segura e eficaz. Converse com seu Médico Dermatologista ou Cirurgião Plástico!
Lembrando que a Bichectomia não é isenta de riscos, a estrutura retirada está próxima de importantes artérias e nervos e existem muitos relatos de pacientes com grandes hematomas ou paralisias faciais pós o procedimento.
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Depilação com lâmina engrossa os pêlos? Mito! 

A lâmina corta a haste do pelo, ou seja, o fio não é extraído pela raiz.
Como o pelo é mais fino na ponta e mais espesso na raiz, quando ele é cortado, a parte que fica exposta é justamente a mais espessa, dando a impressão de que o fio ficou mais grosso!
A estrutura do pelo não é modificada pela depilação com lâmina. 
A depilação com cera realmente pode reduzir o volume dos pelos. Isso ocorre porque o trauma repetido dos “puxões”, enfraquece a raiz e alguns fios podem até não crescer mais gerando falhas.

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